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Oh, como eu sou bonito e que bonitos são meus chifres! Aproximou-se mais e viu o reflexo das próprias pernas dentro da água: - Mas como são finas as minhas pernas . . . - observou com tristeza.
Nesse
momento surgiu um leão que saltou sobre o cervo.
O cervo disparou pela campina, com tanta velocidade que o leão não podia pegá-lo. Aí, o cervo entrou por dentro da floresta e logo os seus chifres se embaraçaram nos galhos das árvores. Em poucos instantes o leão saltava sobre o prisioneiro.
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Ai de mim! - gemeu o cervo. - Senti orgulho de meus chifres e desprezei
minhas pernas . . . no entanto, estas me salvariam e estes causaram
minha perda . . .
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